Migre sem big-bang: peça por peça, com o legado no ar até o último dia.
Reescrita e replataforma de sistemas antigos com equivalência funcional garantida por testes e rollback a cada etapa. Zero “vira a chave e reza”.
Não precisa decidir tudo hoje. Comece por um diagnóstico.
O legado não avisa quando vai virar problema. Ele já é.
Migrar nem sempre é a resposta. Às vezes é sustentar.
Decidimos junto, com base em risco e custo — não em vontade de reescrever tudo.
Quando o sistema ainda entrega valor
- Estável, atende o negócio, migrar não paga a conta agora
- Manutenção por chamado e documentação
- Segurança e pequenas evoluções
Quando o custo e o risco de ficar são altos
- Fim de suporte, risco de segurança, sem quem mantenha
- Reescrita/replataforma incremental
- Origem → destino claro, com stack moderna
A migração certa para cada sistema.
Nem todo legado precisa do mesmo caminho. Escolhemos a abordagem pelo objetivo de negócio.
Rehost
Levar para a nuvem com o mínimo de mudança, para sair de hardware/SO obsoleto.
Replatform
Trocar a base (banco, servidor, runtime) mantendo a lógica de negócio.
Refactor
Reescrever a aplicação em stack moderna, preservando o comportamento.
Re-architect
Quebrar o monólito em serviços/APIs quando escala e integração exigem.
Encapsular
Colocar uma API na frente do legado para integrar sem reescrever agora.
Retain / Retire
Manter o que ainda vale e desligar o que virou só custo.
Migração incremental, sem parar a operação.
Método Strangler + testes de caracterização: o legado continua no ar enquanto o novo assume aos poucos.
1. Rede de segurança
Escrevemos testes que capturam o comportamento atual do sistema, antes de mexer em qualquer linha.
2. Fachada
Uma camada intercepta o tráfego e decide o que vai para o legado e o que já vai para o novo.
3. Substituição em fatias
Migramos funcionalidade por funcionalidade, cada uma validada por equivalência funcional.
4. Desligamento
Quando a última fatia sai, o legado é desligado. Rollback disponível o tempo todo.
Entregáveis que ficam com você.
Dúvidas comuns
Não. A migração é incremental: o legado fica no ar enquanto o novo assume aos poucos, com rollback disponível a cada etapa.
Com testes de caracterização que capturam o comportamento atual e validam a equivalência funcional a cada fatia migrada.
Provavelmente sim. Veja a lista na página de tecnologias — e ela não é exaustiva. Se não estiver lá, pergunte.
Vamos tirar seu sistema do legado — no seu ritmo.
Comece por um diagnóstico e receba o caminho recomendado, sem compromisso.