Seu sistema em Delphi é sólido — mas achar quem mantenha ficou difícil.
Sustentamos e modernizamos aplicações Delphi (VCL, FireDAC, BDE) — mantendo no Delphi ou migrando para .NET e web, sem reescrever do zero.
Manter ou migrar, você decide. Comece por um diagnóstico.
O sistema funciona. O mercado de Delphi é que encolheu.
Quem tem sistemas Delphi críticos em produção hoje.
Delphi dominou o desenvolvimento Windows dos anos 90 e 2000. A base instalada é enorme — e a maioria dos sistemas ainda está em produção, gerando receita.
Você escolhe o caminho — e não precisa decidir hoje.
Estabilizamos o que está no ar e migramos quando o negócio mandar.
Mantenha o Delphi funcionando
- Correção de bugs e evolução mantendo o Delphi
- Migração de BDE para FireDAC sem reescrever a lógica
- Atualização de versão do Delphi (ex.: D7 → D12)
- Documentação das regras de negócio do sistema
- Integração com APIs e webservices modernos (REST)
Saia do Delphi, no seu ritmo
- Delphi/VCL → .NET (C# / WPF / MAUI) ou web
- BDE/Paradox → SQL Server, PostgreSQL ou MySQL
- Migração incremental: módulo por módulo, sem big-bang
- Equivalência funcional comprovada antes de cada corte
- Periféricos (impressora, balança, TEF) remapeados
O que trava a manutenção e a migração de Delphi.
Delphi parece simples de manter — até você encontrar esses problemas.
BDE descontinuado: migrar para FireDAC não é só trocar o componente
O Borland Database Engine foi descontinuado e removido da instalação padrão a partir do Delphi XE8. Sistemas que usam TTable, TQuery e acesso a Paradox ou dBase dependem de uma DLL que não recebe mais atualização. Mas a migração para FireDAC não é automática: a semântica de transação, cursor e locking muda. Código que funcionava com BDE pode se comportar diferente com FireDAC, especialmente em sistemas multi-usuário.
Como resolvemos: auditoria de todos os componentes de acesso a dados, mapeamento das diferenças de comportamento e migração com testes de regressão a cada formulário.Componentes de terceiro sem código-fonte: a armadilha do BPL
Um arquivo .BPL compilado para uma versão do Delphi só carrega naquela versão. Sem o código-fonte do componente, o sistema fica preso para sempre na versão do compilador de origem. Isso é invisível no dia-a-dia — até você precisar atualizar o Delphi ou o componente parar de funcionar num Windows novo. Relatório do TCO real inclui mapear cada BPL de terceiro, verificar se o fornecedor ainda existe e se tem licença ativa.
Como resolvemos: inventário completo de cada componente de terceiro, classificando por risco (tem fonte / sem fonte / fornecedor extinto). Substituímos o que precisa antes de qualquer upgrade de versão.64-bit e a armadilha dos ponteiros: o bug que compila e quebra em produção
Em Delphi 32-bit, Integer e Pointer têm o mesmo tamanho (4 bytes). Muitas APIs Windows antigas e componentes legados assumem isso. Ao compilar para 64-bit, Integer continua com 4 bytes mas Pointer passa a ter 8 bytes — e qualquer código que faz cast entre os dois produz corrupção silenciosa de memória. O sistema compila sem erro e quebra em produção de forma aparentemente aleatória.
Periférico local em sistema que vai para web: a integração que ninguém planejou
Sistemas Delphi de varejo chamam a DLL da impressora fiscal, da balança e do TEF diretamente. Quando o sistema precisa ir para a web ou para a nuvem, essa integração quebra — o navegador não acessa porta serial, porta paralela nem DLL local. A solução do mercado é um agente local (pequeno serviço na máquina do usuário que sobe um servidor HTTP em localhost e expõe operações de alto nível). A TOTVS usa exatamente esse padrão no Protheus.
Como resolvemos: agente local desenvolvido por periférico, com fallback e monitoramento. O sistema web chama o agente via localhost; o agente traduz para a DLL ou porta serial do dispositivo.A demanda por Delphi hoje é predominantemente de evolução + integração com banco moderno. O sistema não vai ser reescrito do dia para a noite — mas precisa conversar com REST, com cloud e com novos dispositivos. É exatamente o que fazemos.
Sem parar a operação. Sem reescrever do zero.
1. Diagnóstico
Lemos o código, mapeamos os BPLs de terceiro, identificamos o BDE e recomendamos o caminho — com custo e risco estimados por módulo.
2. Rede de testes
Capturamos o comportamento atual dos formulários e dos fluxos de banco antes de mexer em qualquer coisa.
3. Execução
Sustentamos por chamado ou migramos formulário por formulário com o Delphi original no ar. Cada entrega passa pela rede de testes.
4. Entrega
Código no seu repositório, documentação das regras de negócio e runbook de build. Sem dependência de nós para continuar.
Entregáveis que ficam com você.
Dúvidas comuns
Sim, e para muitos sistemas é o caminho certo. Delphi é uma plataforma madura, continua sendo desenvolvida pela Embarcadero e tem versão atual (D12). Manter no Delphi com atualizações de versão e de componentes é totalmente viável.
É o cenário mais comum. Dependendo do componente, substituímos por equivalente open-source ou comercial com suporte ativo, ou desenvolvemos a funcionalidade internamente. Mapeamos isso no diagnóstico antes de qualquer intervenção.
Sim. A migração do dado do Paradox para banco relacional moderno é bem documentada. O trabalho real está em adaptar o código que usa TTable/TQuery para FireDAC — e garantir que o comportamento de transação e locking seja equivalente.
Sim. Extraímos regras de negócio diretamente do código (eventos de formulário, validações, cálculos) e do comportamento do sistema em execução. O diagnóstico produz documentação suficiente para operar e evoluir o sistema sem depender de memória humana.
VCL é desktop por natureza — não roda no browser. Para ir para web, a lógica de negócio pode ser reaproveitada (em Pascal/Delphi server-side ou reescrita em outra linguagem), mas a UI precisa ser redesenhada. O FireMonkey da Embarcadero permite mobile/desktop em Delphi moderno, mas não é web nativo.
Seu, integralmente. Entregamos no seu repositório, com documentação. Sem fidelidade mínima e sem lock-in — qualquer dev Delphi ou .NET pode continuar o trabalho depois.
Seu Delphi merece mais do que sobreviver.
Comece por um diagnóstico. Sem reunião de trabalho, sem compromisso.